Partido Novo promove Onda Laranja e reforça discurso de mudança, força e indignação de Kiko Caputo
Candidato ao Governo do DFafirmou que sua entrada na política foi motivada pela insatisfação com os rumos da capital
Foto: divulgação Campanha O Partido Novo promoveu, neste domingo (13), a chamada Onda Laranja, uma caminhada realizada no Eixão Sul que reuniu apoiadores, lideranças e candidatos da legenda em torno da campanha de Kiko Caputo ao Governo do Distrito Federal.
A mobilização fez parte de uma agenda que passou também pelo Memorial JK, Buraco do Tatu e Park Way. Em meio à distribuição de panfletos e ao contato com eleitores, Kiko buscou reforçar uma das principais marcas de seu discurso nesta campanha: a ideia de que sua entrada na política nasceu da indignação com os problemas enfrentados pelo Distrito Federal e da defesa de uma mudança na forma de governar.
Em sua primeira disputa eleitoral, o candidato afirmou que não entrou na política “para brincadeira” e associou sua decisão de disputar o Palácio do Buriti à insatisfação com o que considera uma perda de qualidade de vida e de oportunidades na capital.
“A indignação é que me tirou de casa para vir para esse lugar. Eu não tô na política para brincadeira. Eu também estou indignado com o que fizeram com o meu DF.”
A cor da campanha
Com bandeiras, camisetas e materiais na cor laranja, a mobilização levou para o Eixão Sul uma das principais marcas visuais da campanha do Novo.
A chamada Onda Laranja foi apresentada como um momento de aproximação entre os candidatos e a população, com caminhada, distribuição de materiais e interação com eleitores.
Participaram da atividade o candidato a vice-governador, Rafael Sampaio, além dos candidatos a deputado distrital Luciana Mendina e Dr. Eric Gustavo e da candidata a deputada federal Carine Teixeira.
Mais do que uma atividade de rua, o ato serviu para apresentar a campanha como uma alternativa política construída em torno do discurso de mudança e de renovação da gestão pública.
Indignação como ponto de partida
Kiko também relacionou sua trajetória pessoal à história do Distrito Federal. Morador da capital desde os três anos de idade, ele lembrou ter estudado em escola pública e utilizado serviços públicos de saúde e equipamentos públicos durante a infância.
Segundo o candidato, foi justamente a experiência de viver Brasília ao longo de décadas que contribuiu para sua decisão de entrar na vida pública.
“Cheguei aqui há 54 anos, com 3 anos de idade. Estudei escola pública, me cuidava na saúde pública, brincava nos equipamentos públicos e tive todas as oportunidades. E eu quero que os meus filhos e os filhos de todos também tenham essa oportunidade”, afirmou.
O discurso reforça uma das linhas centrais adotadas por Caputo durante a campanha: a defesa de que o Distrito Federal precisa recuperar capacidade de planejamento, gestão e entrega de serviços públicos.
Uma campanha marcada pelo discurso de mudança
A Onda Laranja ocorre em um momento em que Kiko tenta consolidar sua candidatura como uma alternativa dentro da disputa pelo Governo do Distrito Federal.
O candidato tem utilizado a indignação com problemas nas áreas de saúde, segurança, transporte, educação e gestão pública como argumento para defender uma mudança na condução do governo.
A estratégia combina mobilização de rua, presença nas redes sociais e encontros com apoiadores e lideranças regionais. A caminhada no Eixão Sul, nesse sentido, funcionou como uma demonstração da identidade visual e política que o Novo pretende imprimir à campanha de Kiko.
A agenda terminou no Park Way, onde o candidato se reuniu novamente com lideranças e apoiadores.
A proposta da campanha é transformar o discurso de indignação em uma mensagem política centrada em mudança, planejamento e gestão, colocando Kiko Caputo como uma das opções na disputa pelo comando do Distrito Federal.




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