Notas da primeira família do real começam a sair de circulação, mas Banco Central afirma que população não precisa correr para trocar dinheiro
Notas da primeira família do real começam a sair de circulação, mas Banco Central afirma que população não precisa correr para trocar dinheiro.
Foto: Agência Brasil O Banco Central confirmou a retirada gradual das cédulas mais antigas do real, pertencentes à chamada primeira família da moeda brasileira. As notas seguem válidas e continuam sendo aceitas normalmente, apesar de começarem a ser recolhidas pelos bancos conforme retornam ao sistema financeiro.
A medida atinge cédulas emitidas há mais de 30 anos, incluindo notas de R$ 2, R$ 5, R$ 10, R$ 20, R$ 50 e R$ 100 das primeiras versões do real. Segundo o BC, o processo ocorre de forma lenta e não exige troca imediata por parte da população.
Os bancos poderão reter essas notas ao recebê-las em depósitos ou operações financeiras, substituindo-as por versões mais recentes. No entanto, isso não significa perda de valor ou proibição de uso.
O avanço dos meios digitais de pagamento, especialmente o PIX, acelerou mudanças no uso do dinheiro físico no país, embora o papel-moeda continue em circulação.
O Banco Central reforça que comerciantes e instituições financeiras devem seguir aceitando as cédulas enquanto estiverem em circulação oficial.
Para colecionadores, a retirada gradual pode aumentar o valor histórico e numismático de algumas notas, dependendo da raridade e conservação.




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